Cidades Responsivas, um passo além da inteligência – Parte 02

O que esperamos das cidades no futuro? No artigo anterior vimos o conceito de responsividade, e que as redes de infraestrutura urbana podem ser on demand, tendo como foco melhorar a qualidade de vida do cidadão.

Agora veremos como uma cidade responsiva se forma, e que tornar-se inteligente é o primeiro passo para isso.

Photo by Omar Prestwich on Unsplash
Continue reading →

Cidades Responsivas, um passo além da inteligência – Parte 01

Temos visto em inúmeros artigos anteriores que as cidades inteligentes deixaram de ser um conceito utópico, e têm sido a meta de muitos gestores públicos ao redor do mundo.

A partir de agora veremos por que este objetivo está cada vez mais visado, e como ao alcançá-lo obteremos uma cidade mais receptiva.

Photo by Omar Prestwich on Unsplash
Continue reading →

Gêmeos Digitais, uma estratégia de experimentação das smart cities.

Uma cidade inteligente, de acordo com seu conceito já visto neste post, precisa de uma gestão eficiente e ferramentas que dêm subsídios para seu planejamento.

Com isso veremos agora o conceito de gêmeos digitais, que traz uma nova perspectiva para o planejamento e a gestão das cidades.

Photo by Valentino Funghi on Unsplash Adaptada
Continue reading →

Automatizando o trabalho Colaborativo com o BIMcollab

Um ambiente colaborativo bem estruturado é essencial para o sucesso da gestão de projeto em BIM. Como vimos neste texto, o arquivo BCF acelera o processo de comunicação durante as etapas de compatibilização.

Porém a troca e envio de arquivos (ainda que sejam BCF) pode ser otimizada através do uso de uma plataforma na nuvem, que administre também essa atividade.

Neste texto veremos um pouco mais sobre o BIMcollab.

Continue reading →

O que é e como funciona os arquivos BCF?

Nos últimos artigos temos abordado o BIM como uma ferramenta de fomento às Smart Cities, pois otimiza os processos de projeto e construção, que em contrapartida gera economia de recursos.

Dentro deste conceito vimos que há um padrão de troca de dados, gerido pela buildingSMART: o IFC

Porém mesmo a interoperabilidade em si não garante que colisões entre elementos de diversas disciplinas que atuam sobre um edifício ocorram, e para otimizar a comunicação destas incompatibilidades, entra em cena os arquivos BCF.

Continue reading →